Reconhecimento · 1966 até hoje

Uma trajetória de
com reconhecimento

Por sua marcante atuação na preservação das tradições afro-brasileiras, no combate à intolerância religiosa e no fortalecimento das comunidades de terreiro em Belo Horizonte e Minas Gerais, a CCPJO acumulou ao longo de décadas um conjunto de reconhecimentos institucionais que atestam a importância da casa para a cultura e para a cidade.

+50 Anos de eventos
públicos na cidade
2 Festejos tombados
como patrimônio imaterial
2x Docência na
UFMG
40+ Anos da Noite
da Libertação
Histórico de reconhecimentos

Premiações e homenagens

2019
Patrimônio Cultural

Registro como Patrimônio Imaterial de Belo Horizonte

Em 16 de outubro de 2019, o Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural de Belo Horizonte reconheceu o Encontro com Iemanjá e a Noite da Libertação — ambos organizados pela CCPJO — como Patrimônio Cultural Imaterial da cidade. Um processo iniciado pela própria CCPJO em 2017, resultado de anos de luta pelo reconhecimento das tradições afro-brasileiras no espaço público de BH.

2017
Câmara Municipal

Reconhecimento pela Câmara Municipal de Belo Horizonte

Em 09 de maio de 2017, a CCPJO foi convidada pelo vereador Arnaldo Godoy a comparecer à Câmara Municipal de BH, que reconheceu as nações de matriz africana da cidade, representadas por dezenas de centros de Umbanda, Candomblé e Omolokô. O plenário da Câmara se tornou, naquela noite, um grande terreiro.

2016–17
UFMG

Mestre de Saberes Afro-Brasileiros pela UFMG

Pai Ricardo de Moura foi reconhecido como mestre de saberes afro-brasileiros pela Universidade Federal de Minas Gerais e atuou por duas vezes como professor da disciplina "Catar Folhas: Saberes e Fazeres do Povo de Axé", no Programa de Formação Transversal em Saberes Tradicionais — aberta a todos os graduandos da universidade.

2016
Assembleia Legislativa

Homenagem da Assembleia Legislativa de Minas Gerais

Em 06 de julho de 2016, pelos 50 anos da CCPJO, a Frente Parlamentar de Promoção da Igualdade Racial da Assembleia Legislativa de Minas Gerais prestou homenagem à Associação da Resistência Afro-brasileira da CCPJO, reconhecendo sua importância para a preservação e salvaguarda da cultura afro-brasileira em Belo Horizonte e em Minas Gerais.

2017
Abertura Estadual

Abertura da IV Conferência Estadual de Promoção da Igualdade Racial

Em setembro de 2017, a CCPJO foi convidada pela Subsecretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Estado de Minas Gerais para abrir a IV Conferência Estadual da Promoção da Igualdade Racial, realizada em Caeté (MG) — abrindo espaço para manifestações religiosas e culturais de múltiplas matrizes em um rito de respeito e fraternidade.

2016
Documentário

"O Preto Velho na Lagoinha" — exibido em espaços culturais de BH

A CCPJO foi protagonista do documentário dirigido por Célio Dutra, que narra os preparativos e rituais da Noite da Libertação. O filme foi exibido no CINE 104 e na Biblioteca Pública Estadual Luiz Bessa, levando a história do terreiro a novos públicos.

2018
Exposição

"Confluências de Raízes: fé, tradição e resistência"

A CCPJO inaugurou exposição itinerante no Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado, contando a história do terreiro desde sua fundação até os dias atuais. A exposição percorreu centros culturais de Belo Horizonte, levando os costumes e tradições dos povos de matriz africana a um número maior de pessoas.

2017
Patrimônio da Cidade

Acompanhamento da restauração do Monumento a Iemanjá

Durante as comemorações dos 120 anos de Belo Horizonte, a Secretaria de Cultura de BH devolveu à cidade o Monumento a Iemanjá da Lagoa da Pampulha. A CCPJO acompanhou todo o processo de retirada e restauração da imagem — um reconhecimento público do papel da casa na preservação da cultura afro-brasileira no espaço urbano.

Atuação institucional

Outros reconhecimentos e atuações

2020

"Aqui o Vírus Não Entra" — Fiocruz

Em parceria com a Fiocruz, a CCPJO realizou projeto comunitário durante a pandemia de Covid-19 na Vila Senhor dos Passos — distribuindo alimentos, materiais informativos, máscaras e álcool gel para a comunidade.

2017

Membro fundador do CENARAB

Pai Ricardo de Moura é um dos representantes legais e membro da diretoria do CENARAB — Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira, entidade que combate a intolerância religiosa e o preconceito.

2019

Projeto Moradores — NITRO Histórias Visual

A CCPJO foi convidada a participar da vigésima etapa do Projeto Moradores — A Humanidade do Patrimônio, contando sua história como parte do território do bairro Lagoinha desde a década de 1960.

"Mais que reconhecer, é preciso dar visibilidade à contribuição afro-brasileira em todos os sentidos, inclusive na fé."

Vereador Arnaldo Godoy — Câmara Municipal de BH, 2017

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